Advogados não precisam usar terno e gravata no Fórum até o dia 20 de março.

Até o dia 20 de março, os advogados que atuam no Rio de Janeiro estão dispensados do uso de terno e gravata nas dependências do Fórum, inclusive em audiências e no segundo grau de jurisdição. O Ato Normativo Conjunto TJ/CGJ 01/2018 foi assinado ontem pelo Presidente do TJRJ, desembargador Milton Fernandes de Souza, e pelo Corregedor-Geral da Justiça, desembargador Claudio de Mello Tavares. A decisão foi tomada devido às altas temperaturas registradas durante o verão no estado, que, não raramente, ultrapassam a casa dos 40 graus. 

Segundo o Conselho Nacional de Justiça, é de competência dos Tribunais locais a regulamentação dos trajes a serem utilizados em suas dependências. Com base nisso, o Ato Normativo dispensa “o uso de terno e gravata no exercício da advocacia, perante os primeiro e segundo graus de jurisdição, para despachar, participar de audiências e sessões de julgamento, e transitar nas dependências do Fórum, devendo ser observado o traje social, com uso de camisa devidamente fechada.”






Fonte:  www.tjrj.jus.br




IPC-S sobe 0,69% em janeiro ante 0,21% em dezembro, revela FGV.

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou para 0,69% em janeiro depois de registrar alta de 0,21% em dezembro, divulgou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, dia 1º. Com este resultado, o indicador acumula alta de 3,22% em 12 meses.

A variação de janeiro ficou acima da mediana de 0,65% da pesquisa do Projeções Broadcast, mas dentro do intervalo de estimativas, de 0,45% a 0,72%.

Na quarta quadrissemana de janeiro, o IPC-S também mostrou avanço em relação à leitura imediatamente anterior (0,59%). Quatro das oito classes de despesas analisadas apresentaram acréscimo em suas taxas de variação no período: Educação, Leitura e Recreação (1,74% para 2,75%), Transportes (0,85% para 1,12%), Vestuário (-0,42% para 0,34%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,40% para 0,50%).

Em contrapartida, registraram desaceleração os grupos Habitação (-0,18% para -0,47%), Despesas Diversas (0,18% para 0,14%), Alimentação (1,27% para 1,23%) e Comunicação (0,17% para 0,13%).



Fonte: Istoé.com

Confiança de serviços do Brasil sobe em janeiro para o nível mais alto em 3 anos e meio, diz FGV.

SÃO PAULO (Reuters) - A confiança de serviços do Brasil subiu em janeiro pelo segundo mês seguido e chegou ao nível mais alto em três anos e meio, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

No primeiro mês do ano, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) teve alta de 2,4 pontos e foi a 91,8 pontos, resultado mais elevado desde os 92,4 pontos de julho de 2014.

"A melhora...ganha ainda maior relevância por sua reverberação entre os diversos segmentos do setor. Esta maior convergência das avaliações dos empresários reforça o cenário de continuidade da recuperação da economia nos próximos meses", disse em nota o economista da FGV Ibre Itaiguara Bezerra.

O resultado derivou tanto da melhora da avaliação da situação atual quanto das expectativas, com avanço em 9 das 13 principais atividades pesquisadas.

O Índice da Situação Atual (ISA-S) registrou alta de 1,1 ponto e foi a 86,2 pontos, influenciado principalmente pelo indicador que mede o grau de satisfação com a situação atual dos negócios. Foi o 11º mês de alta consecutiva.

Já o Índice de Expectativas (IE-S) subiu 3,4 pontos e chegou a 97,4 pontos -- maior nível desde março de 2014 -- ,com destaque para o indicador que avalia o otimismo com a situação dos negócios para os próximos seis meses.




Fonte: Investing.com

FGV: indicador de incerteza (IIE-Br) sobe 2,2 pontos em janeiro, a 109,6 pontos.

O Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) subiu 2,2 pontos na passagem de dezembro de 2017 para janeiro de 2018, alcançando 109,6 pontos, informou nesta terça-feira, 30, a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“O resultado de janeiro reforça a ideia de que será difícil, pelo menos no curto prazo, ver a incerteza econômica oscilar em torno de sua média histórica de 100 pontos. Apesar de as opiniões do mercado sobre câmbio e inflação estarem convergentes, como indica o IIE-Br Expectativa, há outros fatores geradores de incerteza que estão sendo capturados pelo IIE-Br Mídia. Neste caso, destaque para a situação fiscal, que continua em aberto e para as questões político-partidárias”, avaliou o economista Pedro Costa Ferreira, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O IIE-Br passou a integrar o calendário de divulgações de indicadores econômicos do Ibre/FGV no fim de 2016. O índice mensal é composto por três componentes: o IIE-Br Mídia, que faz o mapeamento nos principais jornais da frequência de notícias com menção à incerteza; o IIE-Br Expectativa, que é construído a partir das dispersões das previsões para a taxa de câmbio e para o IPCA; e o IIE-Br Mercado, baseado na volatilidade do mercado financeiro.

Em janeiro, a alta do IIE-Br foi determinada pela componente de mídia e de mercado. O IIE-Br Mídia subiu 1,7 ponto no mês, contribuindo com 1,5 ponto para a alta do índice geral, enquanto o IIE-Br Mercado cresceu 7,1 pontos, exercendo uma contribuição de 0,9 ponto.

Já o IIE-Br Expectativa recuou 0,8 ponto, contendo a evolução do IIE-Br no mês em -0,2 ponto.

A coleta do Indicador de Incerteza da Economia Brasileira é realizada pela FGV entre os dias 26 do mês anterior e 25 do mês de referência.

Fonte: Istoé.com

Justiça fluminense rejeita plano de recuperação da varejista Leader.

O juiz Luiz Alberto Carvalho Alves, da 3ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, rejeitou o plano de recuperação judicial apresentado pela União das Lojas Leader. Na decisão, o juiz também revogou a tutela antecipada que suspendia as ações e execuções, devolvendo a credores que se manifestaram contra a homologação do plano o direito de exigir os seus créditos.

As razões apresentadas para negar a homologação do plano apresentado pela empresa foram elencadas pelo magistrado em sua decisão. Entre eles a ausência de uma base segura para o cumprimento do quórum exigido por lei de 3/5 dos créditos submetidos ao plano. A empresa afirma ter preenchido um percentual de mais de 80% dos créditos concursais, porém o magistrado questiona sobre qual valor declarado esse percentual se refere. A empresa apresentou três valores diferentes.

No pedido de aprovação do plano, a empresa informa ter sido atingida pela grave crise econômica que afeta os setores econômicos, especialmente de venda a varejo. Em 2015, a Leader apresentou queda de 13,4% em seus negócios, considerada a mais significativa ao longo da última década. Mesmo com ampla reestruturação dos seus negócios, incluindo o corte de custos, continuou sem conseguir honrar os seus compromissos.

O embrião da empresa foi um bazar inaugurado na cidade de Miracema, no interior fluminense. Atualmente, conta com 128 lojas, espalhadas por 10 estados brasileiros. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ.



Fonte: www.conjur.com.br

Confiança da construção do Brasil indica em janeiro retomada da atividade e emprego, diz FGV.

SÃO PAULO (Reuters) - A confiança da construção no Brasil iniciou 2018 no nível mais alto em dois anos, indicando retomada da atividade e do emprego, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) do país teve alta de 1,5 ponto em janeiro e chegou a 82,6 pontos, maior patamar desde janeiro de 2015 (85,4 pontos).

"A alta da confiança dos empresários da Construção em janeiro pode ser vista como uma promissora indicação do desempenho setorial nos próximos meses. Ela traz indícios, por exemplo, de retomada da atividade nos últimos meses", disse a coordenadora de projetos da construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo, em nota.

A principal influência para o resultado do mês de janeiro foi a perspectiva de curto prazo, com o Índice de Expectativas (IE-CST) avançando 3,3 pontos, para 95,9 pontos.

Por outro lado, o Índice da Situação Atual (ISA-CST) recuou 0,2 ponto em janeiro após sete altas seguidas e foi a 69,9 pontos.

A FGV destacou ainda que a proporção de empresas que relataram redução do número de funcionários nos meses seguintes caiu a 18,8 por cento em janeiro, de 26,2 por cento em dezembro, enquanto as que projetam aumento correspondiam a 18,3 por cento, ante 14,2 por cento em dezembro.

"Por ser um setor tão intensivo em mão de obra, este é um sinal inequívoco de melhora do ambiente de negócios das empresas”, afirmou Ana Castelo.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor registrou avanço de 2,2 pontos percentuais, para 66,2 por cento.

Em nota separada, a FGV informou ainda que o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC-M) acelerou a alta a 0,28 por cento em janeiro, de 0,14 por cento em dezembro.


Fonte: Investing.com

Confiança do consumidor no Brasil sobe em janeiro pelo 5º mês seguido, diz FGV.

BRASÍLIA (Reuters) - A confiança do consumidor brasileiro começou 2018 em alta, marcando em janeiro o quinto mês consecutivo de crescimento em meio à recuperação da economia, mostraram dados divulgados nesta quinta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em janeiro, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) atingiu 88,8 pontos, alta de 0,4 ponto em relação a dezembro, de acordo com a FGV. Com isso, chegou ao maior nível desde outubro de 2014 (91,3 pontos).

A FGV revisou o desempenho de dezembro para alta de 0,9 ponto, ante queda de 0,4 ponto divulgada no mês passado. 

"A confiança dos consumidores continuou avançando, mas desacelerou um pouco em janeiro, influenciada por uma divergência de opiniões sobre o cenário econômico para os próximos meses", analisou em nota a coordenadora da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt.

"Embora a percepção sobre a situação financeira das famílias siga melhorando lentamente e a expectativa de inflação continue em queda, os consumidores continuam cautelosos em relação às compras de alto valor", acrescentou.

O desempenho de janeiro foi puxado pela alta do Índice de Situação Atual (ISA), que subiu 1,8 ponto, para 76,6 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) caiu 0,6 ponto, para 97,6 pontos, quebrando a sequência de quatro altas consecutivas nos meses anteriores.

O ambiente neste início de ano permanece sendo de inflação baixa, ainda que apresentando alguma retomada, com melhora gradual da economia e do mercado de trabalho.



Fonte: Investing.com

União poderá bloquear bens sem ordem judicial.

Publicada ontem, a lei que autoriza o parcelamento do Funrural (Lei nº 13.606) trouxe entre seus artigos uma medida polêmica que permitirá o bloqueio pela União de bens de devedores, sem a necessidade de autorização judicial. 

Dessa forma, no jargão jurídico, imóveis e veículos poderão sofrer constrição logo após a inscrição do débito tributário em dívida ativa. Bastará à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) localizar uma propriedade, por exemplo, e notificar o devedor, que terá cinco dias para quitar o débito. Caso contrário, esses bens ficarão indisponíveis para venda.

O mecanismo passa a ser mais uma das possibilidades que a PGFN possui para recuperar débitos. Hoje o órgão já dispõe da penhora on-line de valores em conta bancária (Bacenjud) e o protesto de certidão de dívida ativa. A diferença é que no caso do Bacenjud a ordem para bloquear depósitos em conta corrente vem de um magistrado.

Segundo o coordenador-geral de Estratégias de Recuperação de Créditos da PGFN, Daniel de Saboia Xavier, além da recuperação de créditos, o bloqueio é uma forma de reduzir litígios e proteger terceiros. O artigo 20-C permite que a Procuradoria condicione o ajuizamento de execuções fiscais à verificação de existência de bens, direitos ou atividade econômica dos devedores ou corresponsáveis. Na inexistência de bens, serão usados mecanismos normais de cobrança.

O novo procedimento é chamado de "averbação pré-executória". Está no artigo 25 da Lei nº 13.606. A redação do artigo 20-B determina que se o tributo não for pago, a PGFN poderá averbar a certidão de dívida ativa nos órgãos de registro de bens e direitos sujeitos a arresto ou penhora.Há mecanismos semelhantes em outros países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo Cristiano Lins de Moraes, procurador-geral adjunto da Dívida Ativa da União.

Para que o bloqueio seja implementado é preciso norma que o regulamente. A expectativa dos procuradores é que a regulamentação ocorra em cerca de 90 dias.

De acordo com Saboia Xavier, a nova forma de bloqueio é legal, pois os dispositivos são uma complementação ao que prevê o artigo 185 do Código Tributário, que trata da fraude à execução (em ações de cobrança de tributos). Para o procurador, portanto, efeitos da inscrição em dívida ativa podem ser definidos por lei ordinária, como é o caso do novo instrumento.

Na avaliação de tributaristas, porém, o bloqueio é inconstitucional. "É uma medida que veio de forma célere e sem debate", afirma o advogado Fabio Calcini, do Brasil Salomão & Matthes Advocacia. Para ele, o bloqueio afeta de forma desproporcional os direitos dos contribuintes e é arbitrário, além de desrespeitar o devido processo legal. "É uma medida drástica, desproporcional pela conjuntura tributária que temos e viola o direito do contribuinte de se defender", diz.

Para o advogado Breno Dias, presidente da comissão de direito tributário do Conselho Federal da OAB e advogado do escritório Arquilau de Paula Advogados Associados, a citação é necessária na execução fiscal judicial para haver constrangimento de bem do contribuinte.Segundo o advogado, o Fisco já aplica outras "sanções políticas de constitucionalidade duvidosa", como o protesto de certidões, mas decretar a indisponibilidade de bens do contribuinte é exagero. "É uma novidade e o Fisco nunca fez isso: decretar indisponibilidade sem o crivo do Judiciário", afirma.




Fonte: Valor Econômico.com

IPC-S sobe 0,59% na 3ª quadrissemana de janeiro ante 0,47% na anterior, diz FGV.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou de 0,47% na segunda quadrissemana de janeiro para 0,59% na terceira leitura do mês, informou nesta terça-feira (23) a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Das oito classes de despesas analisadas, quatro apresentaram acréscimo nas taxas. Alimentação foi o grande destaque de alta, com aceleração de 0,93% para 1,27% no período. Também ganharam força no período os segmentos de Educação, Leitura e Recreação (1,04% para 1,74%), Despesas Diversas (0,15% para 0,18%) e Transportes (0,84% para 0,85%).

Em contrapartida, quatro grupos registraram decréscimo no período, com destaque para Habitação (-0,17% para -0,18%), que sente os efeitos de alívio da queda em energia pela adoção da bandeira verde no mês. Saúde e Cuidados Pessoais (0,45% para 0,40%), Vestuário (-0,27% para -0,42%) e Comunicação (0,22% para 0,17%) completam os segmentos que registraram arrefecimento no período, segundo a FGV.



Fonte: Istoé.com

Confiança da indústria sobe 0,5 ponto em janeiro, diz prévia da FGV.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da sondagem de janeiro teve um aumento de 0,5 ponto em relação ao resultado fechado de dezembro, para 99,9 pontos, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta segunda-feira, 22. Se confirmado, após sete altas consecutivas, o índice atingiria o maior patamar desde setembro de 2013, quando estava em 101,7 pontos.

O resultado de janeiro foi puxado pela melhora nas avaliações sobre o momento presente. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 2,3 pontos, para 100,8 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) caiu 1,3 ponto, para 99,0 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria indicou um avanço de 0,1 ponto porcentual na prévia de janeiro ante o fechamento de dezembro, subindo para 74,8%, o mais elevado desde dezembro de 2015, quando era de 75,0%.

A prévia dos resultados da Sondagem da Indústria abrange a consulta a 791 empresas entre os dias 2 e 18 de janeiro. O resultado final da pesquisa será divulgado no próximo dia 29 de janeiro.



Fonte: Istoé.com